quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Invocação a São José


São José, pai amantíssimo, a quem Deus, no Seu desígnio de salvação, escolheu como esposo de Maria, Mãe de Seu Filho, preservai as famílias do nosso tempo de todo o contágio de erro e corrupção. Assisti-as do alto do céu, na luta contra o poder das trevas. Assim como outrora livrastes o Menino Jesus do perigo da morte, assim agora, defendei as nossas famílias de todas as adversidades.
Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Querido São José



O mensageiro divino introduz José no mistério da maternidade de Maria. Aquela que, segundo a lei, é a sua «esposa», permanecendo virgem, tornou-se mãe pela virtude do Espírito Santo. E quando o Filho que Maria traz no seio vier ao mundo há-de receber o nome de Jesus. 
[Redemptoris Custos, João Paulo II]

Bordões de São José


Os Bordões de São José são açucenas brancas.

Esta flor simboliza a pureza de São José e os artistas têm representado São José com esta flor na mão.

Os Bordões de São José simbolizam a sua pureza.

São José foi puro no seu amor casto por Maria. E foi fiel à sua esposa.

São José foi puro no seu amor imenso por Jesus. E foi fiel a seu filho.

São José foi puro no seu amor eterno a Deus, cumprindo o seu ministério de guia e protector da Sagrada Família. E foi fiel a Deus.

Oremos.
São José, pai amantíssimo, nós exaltamos a tua fidelidade e pureza.
Protege os nossos pais e as nossas famílias.
Amém.

Oração do Papa João Paulo II pela Família


Ó Deus,
de quem procede toda a paternidade
no céu e na terra 
Tu, Pai, que és Amor e Vida, 
faz com que nesta terra por Teu Filho,
Jesus Cristo, «nascido de mulher» 
e pelo o Espírito Santo,
fonte de caridade divina, 
cada família humana se torne 
um verdadeiro santuário de vida e de amor 
para as gerações que se renovam sem cessar. 

Que tua graça oriente
os pensamentos e as acções dos esposos
 para o grande bem de suas famílias 
e de todas as famílias do mundo. 

Que as jovens gerações encontrem na família 
um apoio inquebrantável 
que as torne sempre mais humanas 
e as faça crescer na verdade e no amor. 

Que o amor,
fortalecido pela graça do sacramento do Matrimónio, 
seja mais forte do que todas as fraquezas
e do que todas as crises conhecidas às vezes
pelas nossas famílias. 

Enfim, pedimos-te 
por intercessão da Sagrada Família de Nazaré, 
que em todas as nações da Terra, 
a Igreja possa cumprir com fruto a sua missão 
na família e pela família. 

Tu, que és a Vida, a Verdade e o Amor, 
na unidade do Filho e do Espírito Santo. 
Amen.

Pela Família


Eu defendo a Família.
Logo, eu estou contra todos os que atacam a Família.
Estou contra os partidos e os governos que cortam os apoios à família. Muitos que vinham de antes do 25 de Abril.
As famílias não querem ter filhos, não querem ser família, porque são penalizadas pelas leis que temos e que são feitas pelos partidos do arco parlamentar.
As pessoas têm que poder usar o seu dinheiro para criar os filhos e não para encher a barriga aos deputados que não fazem nada e as reformas a políticos que nunca fizeram nada, a não ser preparar leis para serem bem reformados.
Eu acredito na família e fico revoltado quando vejo que todos os partidos do arco parlamentar teimam em chamar família a um par de homossexuais e até o querem casar. Quando dão uma menina pequenina órfã a um casal de homens homossexuais para fingirem que são o seu pai e a sua mãe.

Orlando de Carvalho

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Os dias de Maria





Vitória Dias Diogo (na foto) é membro da Frelimo e é católica.
É ministra e já assumiu anteriormente outros ministérios.
Tendo dois filhos rapazes, decidiu, com o marido, adoptar uma menina.
Para baptizar o bebé, achou que devia escolher uma data especial, que a menina não esquecesse quando fosse adulta. O baptizado foi a 15 de Agosto, solenidade da Assunção de Nossa Senhora, a quem a mãe consagrou a menina. A felicidade esvaneceu-se logo a 7 de Setembro quando a menina morreu afogada numa piscina. Emergiu também alguma irritação pela fraca atenção dada por Nossa Senhora à menina que lhe tinha sido consagrada.
No dia seguinte, à irritação juntou-se a surpresa. As exéquias foram realizadas a 8 de Setembro, comemoração da Natividade da Virgem Maria. A missa de sétimo dia foi a 15 de Setembro, dia da festa de Nossa Senhora das Dores. A missa de 30º dia foi a 7 de Outubro, festa de Nossa Senhora do Rosário.
Esta mulher sente-se de algum modo abençoada. Na sua tristeza, entendeu que foi o meio de que a sabedoria divina se serviu para aquela menina ser baptizada e que ela foi especialmente acolhida por Nossa Senhora.
Com Vitória Diogo aprendamos a compreender ou aceitar os acontecimentos à luz da sabedoria de Deus e não da nossa vontade normalmente bastante humana e pouco consistente.


Orlando de Carvalho

Ventre ou útero?




Perguntaram-me porque se falava do ventre de Maria e não do seu útero. Qual a diferença? Seria pecado dizer “útero de Maria”?

Qual a diferença entre ventre e útero em geral? E em termos bíblico-teológicos? Porque se fala do ventre de Maria e quase nunca do útero?
A palavra ventre refere-se à cavidade abdominal, que é comum a homens e mulheres, onde se encontram o estômago, os rins, o fígado e muitos outros órgãos.
O útero é um órgão característico das mulheres, constituinte do seu aparelho reprodutor. É no útero que se instala o embrião gerado na mulher e onde o bebé vive até ao parto.
Por pudor ou por desconhecimento do termo técnico adequado, ou vergonha de o usar, fala-se popularmente de doenças da barriga ou de qualquer problema de barriga, em vez de se dizer que a mulher tem uma doença ginecológica, faz uma cirurgia ao útero ou a outro órgão ou parte do aparelho reprodutor. Diz-se que uma mulher tem quistos na barriga em vez de identificar o local correctamente.
Tanto em relação a mulheres como a homens, fala-se de dores de barriga quando elas surgem em qualquer região do abdómen.
Também se fala em prisão de ventre, nos homens e nas mulheres, quando há obstipação ou dificuldade no trânsito intestinal. Novamente a questão do pudor rege a linguagem. Ou a ignorância. Embora o termo prisão de ventre tenha já conseguido a consagração mesmo em linguagem médica.
É por pudor que todos falam do ventre de Maria, onde se desenvolveu Jesus, e ninguém fala do útero de Maria. Parece que se Maria tivesse um útero e um bebé lá dentro perdia a virgindade. Passa-se o contrário. Se Maria não tivesse um útero e não tivesse tido lá um bebé, não seria Nossa Senhora, não seria Mãe de Deus, não havia razão para a venerarmos na sua maternidade santíssima. Não sabemos como foi o parto de Maria, mas sabemos que Jesus habitou o seu útero.
Não devemos ter medo das palavras.
Por graça de Deus, Maria gerou no útero um bebé, o Filho de Deus, para nós.
Em tempos em que o que é próprio das mulheres e em particular da maternidade é tão vilipendiado, é bom que os católicos e os cristãos em geral, afirmem de cabeça erguida a feminilidade de Maria que pode ser interpretada como bandeira da condição das mulheres do nosso tempo.
Amamos Maria como ela é, não como os pintores, do barroco ou de qualquer época, a pintarem.
Falamos de Maria com o mesmo respeito que falamos das nossas mães. Bem, muitos deveríamos falar com mais consideração das nossas mães. Fala-se com um pudor exagerado e desnecessário numas situações e noutras sem o mais elementar pudor.
Damos graças a Deus pela maternidade de Maria de onde deriva a Salvação das pessoas e a vitória sobre o pecado e o demónio.

Orlando de Carvalho